“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Petição

Indústria em Portugal

Em Defesa da TAP e do Interesse Nacional

Dando continuidade à luta contra a privatização do Grupo TAP, o SITAVA participou ontem em mais uma reunião da Plataforma Sindical, com o objectivo de decidir que contestação judicial deveria ser feita à requisição civil decretada, ilegalmente, pelo governo e também definir o que fazer, tendo em conta o nível de ameaça e a indispensável salvaguarda dos postos de trabalho, sem colocar em causa os objectivos da luta em curso.

Lamentavelmente, no decurso dessa reunião e após várias horas de discussão dos pontos em agenda, alguns sindicatos decidiram aceitar uma proposta, entretanto, apresentada pelo governo, que na opinião do SITAVA é inaceitável porque exige que os trabalhadores abdiquem da sua justa luta e aceitem a privatização de todo o Grupo TAP a troco de uma mão cheia de nada.

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TAP - A luta contra a privatização vai continuar

Nos últimos dias muito se tem falado do grupo TAP e da justa luta dos seus trabalhadores. Se por um lado podemos afirmar que a nossa determinada acção, em unidade com toda a plataforma sindical, foi e continua a ser essencial para dar visibilidade à patriótica luta contra a privatização, por outro, trouxe também às primeiras páginas dos jornais, rádios e televisões a mais despudorada, violenta e demagógica campanha de calúnias e falsidades dos últimos anos, contra os sindicatos em geral e contra os trabalhadores do grupo TAP em particular.

Já não é só o governo que, utilizando todo o seu poder discricionário, apoiado por alguma comunicação social – sempre lesta a dar voz ao poder mas recusando-a aos sindicatos – que vem violentar os trabalhadores mentindo, e torpedeando descaradamente os seus mais elementares direitos democráticos, impondo de forma desproporcionada a requisição civil, é agora o conselho de administração que, aproveitando a embalagem, vem também fazer a sua ameaçazinha caseira, insinuando que, ou têm juízo e aceitam a privatização ou a TAP fecha as portas porque de um momento para o outro ficou sem clientes e sem dinheiro. Vivemos no tempo do vale tudo, já outros, noutros tempos, nos fizeram as mesmas ameaças.

 
TAP - A Luta Contra a Privatização da Continua

O SITAVA tem mantido nas últimas horas várias e intensas reuniões com a plataforma sindical composta por todos os sindicatos do Grupo TAP, das quais realçamos o seguinte:

No decurso do processo de convergência que conduziu à declaração de greve geral conjunta de toda a plataforma sindical para o final de Dezembro, o SITAVA defendeu que em paralelo com a o objectivo central da luta contra a privatização da TAP, deveria constar também a reivindicação de outras matérias, constantes do Acordo de Empresa igualmente importantes para os trabalhadores, e que se encontram suspensas pelas sucessivas leis do Orçamento de Estado.

Na procura constante da unidade de toda a estrutura sindical, o SITAVA reformulou o seu plano de luta subscrevendo em conjunto com os restantes sindicatos representativos dos trabalhadores de terra, pré-avisos de greve geral de dois dias, 29 e 30, e ao trabalho extraordinário para os dias 27 e 28, em que o objectivo único era a exigência da travagem do processo de privatização da TAP, em curso.

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TAP - Lutaremos e venceremos

Tinha razão o SITAVA quando alertava os trabalhadores da TAP e o povo português para a intenção deste governo – em fim de mandato, e criticado por todos os sectores da sociedade portuguesa – vir agora à pressa e pela calada, tomar a decisão de reabrir o processo de privatização da TAP. Esta decisão, embora possa parecer legítima aos olhos de algumas pessoas, ela é, pelo contrário, extemporânea e aventureira e, sobretudo, altamente lesiva da TAP, dos trabalhadores e do mais elementar interesse nacional.

Efectivamente, o governo prepara-se – se os trabalhadores e o povo português o permitirem – para consumar mais um crime económico que, a ser concretizado, custaria muito caro ao país. Nem na presença do processo de destruição em marcha na Portugal Telecom, uma das maiores e mais importantes empresas nacionais, o governo mostra sinais de bom senso. Este é um governo ultra liberal, ideologicamente isolado, a quem os portugueses já não reconhecem legitimidade para tomar esta decisão, que tem tantas e tão profundas implicações para a TAP, para os trabalhadores e, sobretudo, para o país.

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TAP - Os Trabalhadores Estão Vigilantes

O SITAVA, durante os últimos meses, tem procurado trazer para a discussão no seio dos trabalhadores, toda a problemática relacionada com a privatização da TAP. Temos argumentado e mostrado a todos os trabalhadores, e também ao povo português, que a obsessão do governo em manter a intenção de privatizar a TAP, que é como quem diz oferecê-la ao capital estrangeiro – todos os actuais ditos pretendentes representam a alienação da última grande empresa portuguesa ao capital estrangeiro – não decorre de qualquer intenção ou preocupação com a salvaguarda do interesse nacional, mas sim, e só, por clara e inequívoca opção ideológica própria de um governo ultra liberal, para quem é completamente indiferente a sorte a que são votadas as empresas e os seus trabalhadores, já para não falar no total desprezo demonstrado pelo bem comum e pela nossa memória e património colectivos.

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