“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Petição

Indústria em Portugal

Dia 24 de Junho - Concentração no Ministério da Economia

Na senda da tentativa de reprivatização do Grupo TAP, temos levado ao conhecimento de todos, as acções que temos intentado para travar o crime que este Governo se esforça por fazer avançar, a todo o vapor, de encontro aos seus interesses particulares.

Já todos sabemos que o interesse público de pouco importa ao Governo e que o interesse dos Trabalhadores do Grupo e de todos os milhares de outros de empresas que laboram a montante e a jusante, interessa ainda menos.

Todos conhecemos, demasiado bem, o que aconteceu com a Cimpor, desmantelada semanas depois da sua privatização, com a EDP, que rapidamente aumentou os custos da electricidade aos consumidores, com a ANA, que quase de imediato aumentou as taxas da utilização dos seus aeroportos... e tantos outros casos.

Deste caso da TAP pouco ou nada se conhece. A falta de transparência e lisura do Governo, tomou proporções assustadoras neste processo.

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Comunicado da Estrutura Sindical da TAP SGPS - Plenário

A privatização da TAP! Não desistimos, NUNCA!

Foi conhecida na passada Quinta-feira, dia 11 de Junho, a decisão do Governo quanto à venda do Grupo TAP, tendo sido escolhido o consórcio GATEWAY, liderado por David Neeleman, com a participação do empresário português Humberto Pedrosa.

Apesar do Governo tentar dar este processo como finalizado, é importante lembrar que ainda falta a decisão do Supremo Tribunal Administrativo quanto à Acção Popular e as providências cautelares interpostas, bem como o visto obrigatório do Tribunal de Contas e da Comissão Europeia relativamente a este negócio.

A Comissão Europeia para os Transportes já garantiu que não vai hesitar em abrir uma investigação caso existam suspeitas de que o controlo da maioria do capital e do processo de decisão não sejam efectivamente de Humberto Pedrosa, mas sim de David Neeleman.

 
VI Torneio de FUTSAL do SITAVA

O SITAVA volta a realizar o seu Torneio de FUTSAL que terá lugar no Complexo Desportivo do Clube TAP, nos dias 19 e 20 de 2015.

A partir da distribuição deste comunicado estão abertas as inscrições para o Torneio, podendo cada Equipa inscrever entre um mínimo de 8 jogadores e um máximo de 16, dando-se prioridade por data de inscrição se houver excesso de equipas.

Todos os jogadores têm que desempenhar a sua actividade profissional em empresas do “Sector da Aviação Civil, Aeródromos, Aeroportos e Navegação Aérea” (art.º 1º dos estatutos do SITAVA) e, do total de jogadores de cada Equipa, 50% deles têm que ser associados do SITAVA. A inscrição de cada jogador terá um custo simbólico de 2,50 €.

 
O governo insiste na destruição da TAP

Os trabalhadores do Grupo TAP e o povo português foram hoje surpreendidos pelo anúncio, completamente inesperado, de que o Governo se prepara para entregar o Grupo TAP a um dos pretendentes que se apresentaram à “herança” de mais uma fatia da soberania nacional.

Depois do escândalo que foi, em 15 de Maio, a escolha em apenas três dias das propostas que passavam à segunda fase, fomos agora violentados por mais esta fraude, de em apenas dois dias úteis, o Conselho de Administração da TAP, a Parpública, os assessores e consultores vários, os escritórios de advogados e o Governo, conseguiram descortinar, decidir e escolher o feliz contemplado com mais uma empresa pública, por sinal a última grande empresa nacional ainda não entregue ao capital estrangeiro. Nem na roleta do casino se ganham prémios tão rapidamente.

 
TAP - Os Governos passam Mas as Empresas Ficam

É convicção profunda do SITAVA que, se o Governo levar por diante as suas intenções de entregar o Grupo TAP neste obscuro e grotesco processo de privatização, será um passo de gigante para que a TAP deixe de ser o que actualmente é, e, dentro de pouco tempo, passe a ser apenas mais uma companhia low cost – como são aliás aquelas onde pontificam os dois pretendentes à sua compra.

Reafirmamos sem qualquer hesitação, que é do interesse nacional que a TAP se mantenha na esfera pública, de modo a que o Estado Português daí possa tirar todos as vantagens para o país e para a economia nacional. A TAP não pode, nem deve, ser vista apenas pelo seu “relatório e contas”. Já o afirmámos e voltamos a chamar a atenção de que existem muitos activos que não estão descritos no “balanço”. Alguém sabe, por exemplo, quanto vale um slot no aeroporto de Heathrow? Pois é público que estão à venda por 28 milhões de euros cada. E os direitos de tráfego com quintas liberdades que a TAP tem para variadíssimos destinos, tanto nos EUA, como na Ásia, passando por Africa e pelos países do Golfo, alguém já os contabilizou? (www.anac.pt) É todo este valor que o país vai perder para sempre.

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