“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Petição

Indústria em Portugal

Portway - Com o SITAVA, diz não a este AE!

O SITAVA teve conhecimento de que a Portway está a distribuir aos Trabalhadores abrangidos pelo despedimento colectivo, uma declaração para aderirem ao acordo de empresa celebrado a 29 de Junho, do qual o SITAVA não foi subscritor. A Portway coage assim estes Trabalhadores ao afirmar que quem aderir ao acordo será excluído do processo de despedimento colectivo, numa atitude de clara chantagem para com aqueles que não querem legitimamente assiná-lo!

Esta actuação da Portway, ao tentar exercer pressão sobre os Trabalhadores para que prejudiquem as suas condições laborais, é manifestamente ILEGAL, constituindo uma contra-ordenação muito grave, nos termos do Código do Trabalho. Mais, cria uma situação de desigualdade e desproporção entre os Trabalhadores que o subscreverem ou não, manipulando-os para aceitar um acordo que é prejudicial para os próprios.

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Handling - A vitória é de todos

Após a 4a reunião esta semana com o Governo, foi possível alcançar um acordo de 7 pontos com o Governo e com isso desconvocar a greve de 1, 2 e 3 de Julho. Este foi um longo caminho, iniciado há mais de 2 anos, por causa da publicação do famigerado Despacho 14886-A que tanta instabilidade e insegurança trouxeram a este sector, antes mesmo do aparecimento do 3o operador.

Desde então reunimos dezenas de vezes com os Grupos e Comissões Parlamentares. Nunca foi possível, no entanto, ultrapassar a parede que era o anterior governo PSD/CDS. Nesta legislatura voltámos a fazer esse caminho e em resultado disso foi aprovada a Resolução no 78/2016, proposta pelo PCP, de que demos conta no nosso comunicado de 31 de Março.

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Portway - Temos de dizer não à chantagem

Ontem, pelas 23 horas, após todo o dia de reunião, o CA/Vinci/Portway entregou-nos uma proposta AE que diz ser a final e que, resumidamente, informamos as medidas nela contida:

- O Acordo de Empresa (AE) não se aplica a todos os trabalhadores, sendo que mais de meio milhar de trabalhadores ficará excluído do AE apresentado.

- A tabela salarial, cláusulas de expressão pecuniárias, evoluções de carreira, subsídio de refeição, abono de transporte e anuidades serão congelados em 2 anos, que poderá ser 3 se os lucros da Empresa em 2017 não ultrapassarem os resultados positivos de 2014 (4,4 M€).

- Aumento do trabalho diário e semanal, podendo este ir às 45,6 horas para uma média de 38 horas num ciclo anual.

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SPdH - A realidade não são histórias

No nosso comunicado no 8 demos conta de uma série de factos.

Factos esses que põem em causa seriamente o futuro da SPdH/Groundforce.

E como contra factos não há argumentos, repetimos:

Quem está a favor da Empresa (e dos trabalhadores) terá que lutar e por isso fazer a greve.

Quem está contra a Empresa (a favor da sua destruição e contra os trabalhadores) deve vir trabalhar.

Não há zonas cinzentas!

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TAP - Actualização salarial 2016

Realizou-se na passada quinta-feira, dia 9, mais uma reunião com vista à actualização salarial dos trabalhadores de terra para o presente ano, onde, finalmente, passados seis meses, a TAP apresentou as suas propostas.

Para aqueles que tinham como adquirido que “privatizado é que é bom”, aí temos a resposta com todo o seu esplendor. Devemos dizer que são propostas, no mínimo, curiosas, na medida que tentam misturar o que já é dos trabalhadores com o que supostamente oferecem. Vamos então às ditas:

A TAP propõe, em alternativa, uma de duas hipóteses, a saber:

1. 0,5% (sim, não é erro, é mesmo meio por cento) aplicado à tabela salarial dos trabalhadores de terra, com efeitos rectroactivos a janeiro;

2. Em alternativa, propõe a TAP devolver 216,44 euros em dezembro de cada ano, durante 10 anos.

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