“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Petição

Indústria em Portugal

Comunicado da Estrutura Sindical da TAP SGPS

Somos, diariamente, e nestes dias mais do que nunca, confrontados com os problemas que se levantam com mais uma tentativa de privatização do Grupo TAP e com uma avalanche de declarações e afirmações de alguns dos envolvidos neste processo.

Somos, como se sabe, frontalmente contra esta Privatização.

Fizemos, e fazemos, reiteradas chamadas de atenção para tudo aquilo que de pernicioso se vem passando na gestão da Nossa Empresa e ouvimos, no seu registo habitual, o Engo Fernando Pinto culpar tudo e todos pelo descalabro nas contas. Fizemos, e fazemos, exigências de medidas que ponham, de facto, a TAP num caminho que sabemos ser possível para a sua manutenção como Empresa estratégica da maior importância para o país, para os portugueses, para a diáspora, para os países da CPLP, para a difusão de Portugal no mundo.

Sabemos o que representa a TAP para os portugueses, para os seus milhares de trabalhadores, para os milhares de famílias que dela dependem, para a Segurança social, para o encaixe de impostos para o Estado, enfim, para todos nós.

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Comunicado da Estrutura Sindical da TAP SGPS

Na passada semana foram estes sindicatos surpreendidos – ou talvez não – pelo anúncio na comunicação social de que, afinal, o governo não estava a cumprir o acordo que, com pompa e circunstância, foi assinado com alguns sindicatos do grupo TAP, levando-os, nessa altura, a abandonar a luta contra a privatização.

Cabe aqui lembrar que, se na ocasião, esta estrutura de sindicatos recusou tal acordo, foi porque, além de o seu conteúdo não dar quaisquer garantias aos trabalhadores, também nada nos fazia acreditar que o governo tivesse intenção de o cumprir.

Não podemos esquecer que o que estava, e está, em causa é a tentativa por parte do governo de privatizar o Grupo TAP. Contra tudo e contra todos, este continua com essa obsessão, apenas porque é a sua opção ideológica.

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Vinci/Portway - continuam a agir fora da Lei!

No dia 26 de Março decorreu mais uma reunião de conciliação no Ministério do Trabalho (DGERT) sem qualquer avanço. O SITAVA respondeu anteriormente, por escrito, às dezanove cláusulas da contraproposta que o CA/Vinci-Portway nos entregou através da DGERT, mas que não teve qualquer comentário por parte dos representantes do CA à mesa da conciliação. Foi notório que o CA/Vinci-Portway continua a agir fora da Lei, não entregando uma contraproposta global à proposta do SITAVA. Para espanto de todos foi dito…  Ler mais...

Mantém-se até 30 de junho o aviso prévio de greve aos Feriados, sábados, domingos, e ao trabalho suplementar nos dias de descansos complementar e semanal e em prolongamento e antecipação nos dias normais de trabalho. Ver aviso prévio.


 
TAP - A verdade das contas de 2014

Desde a passada semana, que os trabalhadores da TAP, a propósito da apresentação das contas referentes a 2014, têm sido presenteados com “sessões de esclarecimento” e várias entrevistas protagonizadas pelo Presidente do C.A., Eng. Fernando Pinto. Todos estes diligentes serviços prestados ao Governo, se enquadram claramente no plano de manipulação dos trabalhadores e da opinião pública em geral, de modo a mais facilmente vencer a sua resistência, e assim poderem concretizar mais este crime económico, que é a privatização da TAP.

Ficámos todos a saber que, mais uma vez, os trabalhadores são os principais culpados por mais um exercício com prejuízo. Lamentamos profundamente que, nem perante todas as evidências dos erros de gestão cometidos, o Presidente do C.A. reconheça que a sua opção ideológica e doentia pela privatização o conduziu a graves erros de gestão que – eles sim – estão na origem do resultado negativo agora apresentado.

 
TAP - A mentira tem perna curta

Na sequência da aplicação das várias medidas que a TAP anunciou, - algumas há muito reivindicadas pelo SITAVA, - uma delas, “a revalorização das funções de chefia”, como também já era previsível, pelo seu carácter intimidatório está a ser fortemente contestada pelos trabalhadores. Esta é uma medida desajustada, fortemente lesiva dos interesses dos trabalhadores e, sobretudo, é também um violento e inusitado ataque aos Acordos de Empresa, e à própria contratação colectiva.

A opção da TAP pela figura jurídica de “adenda ao contrato” que, na prática, significa um contrato individual de trabalho com a expressa renúncia do Acordo de Empresa substituindo-o pelo Código do Trabalho, veio colocar a este grupo de trabalhadores pressionados para a adesão “voluntária” uma intolerável pressão apenas comparável aos tempos em que a liberdade era a da “outra senhora”. (Atenção às clausulas, 2.a, 5.a e 6.a)

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