“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Petição

Indústria em Portugal

TAP - Os Trabalhadores Esperavam Mais

Os trabalhadores da TAP tomaram conhecimento de mais uma entrevista dada pelo Presidente do Conselho de Administração, Eng. Fernando Pinto, a um jornal diário. Depois dos recentes acontecimentos que vivemos no último mês, os trabalhadores da TAP esperavam mais destas iniciativas que, quanto ao SITAVA, deveriam servir não para oferecer a empresa a retalho a um qualquer comerciante especulador dos omnipresentes “mercados”, mas sim para reafirmar que, como empresa pública, tem todas as possibilidades de singrar, continuar a crescer e a modernizar-se no mercado do transporte aéreo.

Lida a entrevista, ficamos com a estranha sensação que a TAP não é uma grande empresa de transporte aéreo indispensável ao país, nem a maior exportadora nacional geradora de muitos milhares de postos de trabalho directos e de muitos mais a montante e a jusante da sua actividade, não, a TAP, para certa imprensa, é simplesmente o resultado da acção de uma qualquer criatura que a criou com o fim último e supremo de a privatizar, ou seja a TAP existe única e exclusivamente para ser privatizada.

 
TAP - Eles Andam Aí e Não Desarmam

Agora que a operação da TAP parece estar a normalizar, o SITAVA não pode deixar de realçar que muitos dos constrangimentos verificados nas últimas semanas se devem a circunstancias há muito assinaladas pelo SITAVA, a que os responsáveis da empresa, nem sempre têm dado a melhor atenção.

Efectivamente, aproveitando as insuficiências referidas no parágrafo anterior, cuja resolução o SITAVA é o primeiro a reclamar, assistimos nas últimas semanas a uma violenta e concertada campanha contra a TAP, que até pelas proporções que tomou, rapidamente se perceberam os seus contornos e objectivos.

Estava em marcha uma manobra de desestabilização da empresa com vista a criar nesta altura de férias em que os portugueses andam mais distraídos, o ambiente favorável para proceder a alterações internas e, mais uma vez, acordar e voltar a agitar, o já mal cheiroso processo de privatização.

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Comunicado da Plataforma Sindical Grupo TAP

De há muito que estas Organizações Sindicais vinham alertando para as várias situações anómalas que se iam verificando no quotidiano do Grupo TAP.

Começou com a desgraçada política de austeridade imposta pelo governo, que foi desgastando o ambiente laboral, instalando o descontentamento e empurrando para a saída da empresa, em muitos casos para a via da emigração, dezenas de profissionais de vários sectores, de muito difícil e demorada substituição por não haver oferta no mercado de trabalho e exigir um longo período de formação e experiência profissionais.

Seguiu-se o processo de privatização, felizmente travado a tempo, mas que deixou enormes sequelas tanto pelo lado financeiro, como pela devassa a que a empresa foi sujeita por parte de várias entidades, algumas delas estrangeiras, com interesses antagónicos da TAP, enquanto empresa pública ao serviço do país.

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Anteprojecto da Reforma do IRS

A reforma do IRS preconizada neste Anteprojecto, ao contrário do que sucedeu com a reforma do IRC, não tem como objectivo reduzir a carga fiscal global que incide sobre os trabalhadores e sobre os pensionistas. Na sua essência, visa atenuar, uma vez mais, a tributação sobre os rendimentos de capital (dividendos, rendas, juros, mais-valias), para redistribuir a carga fiscal pela generalidade dos trabalhadores e reformados. A proposta apresentada pela Comissão confirma a política seguida e as orientações subjacentes às alterações à fiscalidade realizadas nos últimos três anos, que acentuam as injustiças do sistema fiscal português.

Com efeito, este Anteprojecto não prevê a reversão das medidas que, ao longo dos últimos anos, e com especial destaque para 2013, determinam um brutal aumento da carga fiscal suportada pelos cidadãos que auferem rendimentos do trabalho e pensões, como sejam a instituição da sobretaxa, a diminuição do número de escalões de rendimento e a redução das deduções à colecta.

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CGTP-IN

 
A Paciência Tem Limites

Os trabalhadores da TAP foram hoje surpreendidos pela publicação de uma Circular assinada pelo Presidente do Conselho de Administração, Eng. Fernando Pinto, a que o SITAVA, em nome da dignidade de todos os trabalhadores da TAP, não pode deixar de dar resposta.

Durante toda esta estranha “crise de crescimento,” o SITAVA, tem pautado a sua actuação pela discrição, ao ponto de perante as muitas pressões que tem sofrido por parte da comunicação social que procura incessantemente “caixas” e notícias, ter invariavelmente enviado essa comunicação social para o serviço de Relações Publicas da TAP, de modo a preservar o bom nome da companhia.

 
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