“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

1 2 345678

image

image

image

image

image

image

image

image

<< >> Play > Stop

Não ao Retrocesso Social

Petição

Indústria em Portugal

1º de Maio - Dia Internacional dos Trabalhadores

Comemora-se, no próximo domingo, o 130.o aniversário dos acontecimentos que estiveram na origem do 1.o de Maio – Dia Internacional dos Trabalhadores, nos EUA.

Tratou-se de um protesto pela redução da jornada de trabalho para as oito horas, reprimido pelas autoridades americanas através do assassinato de dezenas de manifestantes e da condenação à forca de quatro dirigentes sindicais.

Os festejos da data em Portugal foram proibidos pelo Estado Novo e só a partir de 1974 é que se voltou a comemorar a efeméride. O 1.o de Maio representa também os trabalhadores portugueses que lutaram por melhores condições de vida e de trabalho, por salários e horários dignos. Homenageia, simultaneamente, todos os que continuam a exigir diariamente a re-adopção dos valores de Abril e batalham contra a perda de direi- tos laborais, que tanto têm sido atacados pela economia e política actuais.

Ler mais…

 
Portway - Reunião Junta Metropolitana de Lisboa

Na sequência do pedido de reunião que fizemos à Junta Metropolitana de Lisboa, fomos recebidos hoje pelo Sr. Engo Demétrio Alves, da Comissão Executiva. Nesta audição estes Sindicatos (SINDAV-SITAVA-STHA-SIMAMEVIP) colocaram as suas preocupações com as questões sociais, questões de segurança e outras relacionadas com a atribuição de subsídios públicos à Ryanair.

Quanto às questões sociais: reiterámos aquilo que amplamente temos denunciado, nomeadamente as consequências para 256 agregados familiares com uma faixa etária média superior a 45 anos. Consequências essas também para a Portway/Vinci, descapitalizada do seu activo mais importante e irrecuperável que é o know-how dos seus trabalhadores e ainda as consequências para a segurança social, a quem a Portway/Vinci pretende agora imputar os custos com esses trabalhadores nos próximos 3 anos.

Sobre as questões de segurança: salientámos a importância dos trabalhadores do handling, enquanto intervenientes activos na cadeia de segurança nas operações aeroportuárias e enquanto elo de ligação com as autoridades. A intenção de despedimento de 256 trabalhadores com vasta experiência e a sua previsível substituição por trabalhadores precários que terão uma enorme rotatividade nas funções não podem deixar ninguém descansado...

Ler mais…

 
Marcha do Handling - 04 de Maio

Concentração LISBOA - 10:30 – Chegadas

Marcha T1/T2 – 11:30

GREVE PORTWAY – 05:00/17:00 - GREVE SPdH/Groundforce 10:00/15:00

Portway/Vinci – SPdH/Groundforce

Cumprindo a decisão dos Plenários de Trabalhadores de 18 de Abril, vamos promover uma iniciativa conjunta dos trabalhadores do Handling (Portway e SPdH/Groundforce).

Essa iniciativa, denominada “Marcha do Handling” terá como reivindicações centrais:

Ler mais…

 
Portway - Reunião no Ministério Administração Interna

Na sequência do pedido de reunião que fizemos à Sra Ministra da Administração Interna, fomos recebidos hoje no MAI.

Nesta audição estes Sindicatos (SINDAV-SITAVA-STHA-SIMAMEVIP) colocaram as suas preocupações com os critérios para a emissão de cartões de acesso a áreas restritas dos aeroportos, assim como com as inúmeras questões de segurança decorrentes da operação Ryanair/Groundlink (no nosso entender ilegal e fraudulenta), mas também no que diz respeito à previsível alta rotatividade de trabalhadores em áreas restritas.

Abordámos ainda o facilitismo com que os handlers encaram o handling (como fica claro, pelo enquadramento que a própria Portway/VINCI faz desta actividade no processo de intenção de despedimento).

Ler mais…

 
25 DE ABRIL - 42º aniversário

Antes do 25 de Abril Portugal vivia reprimido e silenciado pelo medo. Era um país fascista onde grassava a censura e onde era proibido tudo o que desagradasse ao regime. Era um país de gente pobre, explorada, sem direitos e analfabeta. Era um país com presos políticos e tortura. A saúde, a educação e a cultura eram somente para os mais ricos.

Quem possibilitou o 25 de Abril fê-lo com sacrifício pessoal e coragem, fê-lo para que filhos e netos pudessem crescer num país justo e desenvolvido, com progresso social, democracia, solidário e soberano.

O movimento sindical fez a sua parte, cumpriu o seu papel na resistência contra a ditadura e o fascismo, pela melhoria das condições de trabalho e sociais.

O 25 de Abril trouxe a mudança e permitiu que os portugueses pudessem ter esperança num futuro melhor. Não foi um trabalho completo. A Revolução dos Cravos fez com que Portugal perdesse os grilhões que o acorrentavam, mas o trabalho é constante para impedir que se volte atrás nas conquistas conseguidas.

Ler mais...

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Página 1 de 44

Boletim Igualdade

Novos Seguros

Segurança e Saúde no Trabalho

Sítio dos Direitos

Guia de Direitos