“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

SPdH — A César o que é de César

O SITAVA congratula-se pela finalização da Auditoria à Escala de Lisboa por parte da ANAC e consequente atribuição das 3 licenças. Nos últimos anos, trabalhámos muito para a anulação do 3.o operador e simultaneamente para que fossem atribuídas as licenças à SPdH/Groundforce.

Este passo culmina assim todos os requisitos que permitem cumprir na plenitude o acordo de revisão salarial que assinámos em Outubro passado.

A decisão da empresa de pagar a todos os trabalhadores, suportada na adesão massiva dos trabalhadores não sindicalizados e até de trabalhadores associados em organizações não subscritoras do acordo, demonstra também que a esmagadora maioria dos trabalhadores considera que fizemos um bom acordo, o que nos deixa satisfeitos.

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Greve nas Lojas Francas de Portugal

O SITAVA apresentou em Janeiro/18 uma proposta de revisão salarial e de matérias de expressão pecuniária, decorrente da ausência de atualização salarial entre 2010 e 2015. Por sua vez, e como resposta, a Administração da LFP- (Lojas Francas de Portugal), aplicou por ato de gestão a atualização dos salários em 2% e 0,10 euros no subsídio de refeição - atualização considerada insuficiente pelos trabalhadores.

Das reuniões realizadas com a Administração da LFP não foram encontradas soluções que respondessem às necessidades identificadas pelos trabalhadores.

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TAP — A discriminação é um insulto

Caros associados, dirigimo-nos a todos vós num momento particularmente grave da vida da nossa empresa. É um momento grave, não tanto porque a empresa apresente qualquer problema estrutural, antes pelo contrário, mas sim porque os responsáveis por ela, decidiram faltar ao respeito a todos os trabalhadores de terra, numa atitude de profundo desprezo por quem trabalha duramente para que outros, agora, sejam compensados.

A ser verdade o que aparece escarrapachado em tudo o que é site noticioso, a TAP, das duas uma, ou assume que todos contribuem para o sucesso e muda de atitude ou, decide privilegiar apenas alguns, desprezando a maioria, e arrisca-se às consequências e a ganhar os prémios apenas com os privilegiados.

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25 de ABRIL / 1º de MAIO – 25 DE ABRIL SEMPRE

Era uma vez um país, onde entre o mar e a guerra, vivia o mais infeliz, dos povos à beira-terra. Era uma vez um país de tal maneira explorado, pelos consórcios fabris, pelo mando acumulado, pelas ideias nazis, pelo dinheiro estragado, pelo dobrar da cerviz, pelo trabalho amarrado, que até hoje já se diz, que nos tempo do passado, se chamava esse país, Portugal suicidado.

José Carlos Ary dos Santos

Era exatamente assim o Portugal do passado. Com o 25 de Abril tudo mudou. A conquista de um conjunto de medidas que vieram trazer mais solidariedade, mais justiça na distribuição do rendimento, e mais estabilidade no que respeita ao emprego, devolveram aos trabalhadores e ao povo nova autoestima e alegria para lutar.

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A Portway persiste na afronta à liberdade sindical e à contratação colectiva!

Foram os trabalhadores associados do SITAVA surpreendidos com um “comunicado” da Portway que visa, mais uma vez, pressionar os trabalhadores a aderirem ao AE.

Temos escrito várias vezes, desde Outubro de 2016, que a Portway persiste na afronta à lei e aos trabalhadores, discriminando-os em função da sua filiação sindical e mantendo-se à margem do Dec. Lei n.o 275/99, no que diz respeito ao cumprimento de contratação colectiva (requisito obrigatório para obter ou manter as licenças).

Com este comunicado, ao qual junta uma tabela “coxa”, deturpada e enviesada que mais não visa do que continuar a iludir e amedrontar os trabalhadores. A estratégia nos últimos tempos é conhecida, primeiro avançam os boatos através daqueles que sob o manto de sindicalistas, mais não fazem do que serem a voz do dono. Depois, concertadamente, passados uns dias, vem a posição oficial da empresa no sentido que os “porta-vozes” convenientemente haviam já anunciado...

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